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| Pastor Eurico/Divulgação |
Caso ocorra a morte do animal, a pena será aumentada de um sexto a um terço, de acordo com o texto. Segundo o parlamentar, o projeto não interfere na liberdade de crença e culto, que são resguardadas pela Constituição. No entanto, Pastor Eurico acredita que o direito à liberdade religiosa não permite uma conduta que ameaça a fauna, também protegida pela Constituição.
Mas, apesar de já haver previsão legal e constitucional para se proibir quaisquer formas de maus-tratos, as práticas o sacrifício animal é realizado por conta da má interpretação da liberdade de culto e de crença.
“O projeto é um passo para coibir a prática abusiva. Devemos proteger os animais e não submetê-los à crueldade, o que acontece nos rituais religiosos, onde os animais continuam sendo sacrificados, apesar de haver proibição legal”, afirma Pastor Eurico.

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